WFKU - DEPARTAMENTO MÉDICO

 

 

PRESIDENTE

Dr. Gilberto de Mello Schavareto Jr.
Fisioterapeuta - Crefito 3/52.387-F

Osasco - São Paulo
Telefones: (11) 3691-7117, 9690-5190

WFKU: publicado em 30/03/2007 - Atualizado em 21/05/2007.

 

TELEFONES ÚTEIS

Polícia Civil - 197 * Polícia Militar - 190 *
Pronto Socorro - Ambulância - 192 * Disque-Saúde - 1520
Bombeiros - 193 * Defesa Civil - 199 *
Serviço de Intermediação Surdo/Ouvinte - 1402 SOS Criança - 1407 *
Acidentes de Trânsito - 194 * Disque DETRAN - 1514
Emergência (falta de força e luz) - 0800-196196 * Centro de Assistência TOXicológica - 0800-771-3733 *
Obs.: * Serviço não tarifado
WFKU: publicado em 30/03/2007, atualizado em 04/05/2007.

 

PRIMEIROS SOCORROS

A importância dos primeiros socorros
A grande maioria dos acidentes poderia ser evitada, porém, quando eles ocorrem, alguns conhecimentos simples podem diminuir o sofrimento, evitar complicações futuras e até mesmo salvar vidas.
O fundamental é saber que, em situações de emergência, deve se manter a calma e ter em mente que a prestação de primeiros socorros não exclui a importância de um médico. Além disso, certifique-se de que há condições seguras o bastante para a prestação do socorro sem riscos para você. Não se esqueça que um atendimento de emergência mal feito pode comprometer ainda mais a saúde da vítima.
O artigo 135 do Código Penal Brasileiro é bem claro: deixar de prestar socorro à vítima de acidentes ou pessoas em perigo eminente, podendo fazê-lo, é crime.

Conceitos preliminares
Deixar de prestar socorro significa não dar nenhuma assistência à vítima. A pessoa que chama por socorro especializado, por exemplo, já está prestando e providenciando socorro.
Qualquer pessoa que deixe de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo fazê-lo, estará cometendo o crime de omissão de socorro, mesmo que não seja a causadora do evento.
A omissão de socorro e a falta de atendimento de primeiros socorros eficiente são os principais motivos de mortes e danos irreversíveis nas vítimas de acidentes de trânsito.
Os momentos após um acidente, principalmente as duas primeiras horas são os mais importantes para se garantir a recuperação ou a sobrevivência das pessoas feridas.
Todos os seres humanos são possuidores de um forte espírito de solidariedade e é este sentimento que nos impulsiona para tentar ajudar as pessoas em dificuldades. Nestes trágicos momentos, após os acidentes, muitas vezes entre a vida e a morte, as vítimas são totalmente dependentes do auxílio de terceiros.
Acontece que somente o espírito de solidariedade não basta. Para que possamos prestar um socorro de emergência correto e eficiente, precisamos dominar as técnicas de primeiros socorros.
Algumas pessoas pensam que na hora de emergência não terão coragem ou habilidade suficiente, mas isso não deve ser motivo para deixar de aprender as técnicas, porque nunca sabemos quando teremos que utilizá-las.
Socorrista: É como chamamos o profissional em atendimento de emergência. Portanto, uma pessoa que possui apenas o curso básico de Primeiros Socorros não deve ser chamado de Socorrista e sim de atendente de emergência.
Devemos, sempre que possível, preferir o atendimento destes socorristas e paramédicos, que contam com a formação e equipamentos especiais.
Atendimento Especializado: Na maioria das cidades e rodovias importantes é possível acionar o atendimento especializado, que chega ao local do acidente de trânsito em poucos minutos.

O que são primeiros socorros?
Como o próprio nome sugere, são os procedimentos de emergência que devem ser aplicados à uma pessoa em perigo de vida, visando manter os sinais vitais e evitando o agravamento, até que ela receba assistência definitiva.

Quando devemos prestar socorro?
Sempre que a vítima não esteja em condições de cuidar de si própria.

Quais são as primeiras atitudes?
Geralmente os acidentes são formados de vários fatores e é comum quem os presencia, ou quem chega ao acidente logo que este aconteceu, deparar com cenas de sofrimento, nervosismo, pânico, pessoas inconscientes e outras situações que exigem providências imediatas.
Quando não estivermos sozinhos, devemos pedir e aceitar a colaboração de outras pessoas, sempre se deixando liderar pela pessoa que apresentar maior conhecimento e experiência.
Se essa pessoa de maior experiência e conhecimento for você, solicite a ajuda das demais pessoas, com calma e firmeza, demonstrando a cada uma o que deve ser feito, de forma rápida e precisa.
Apesar da gravidade da situação devemos agir com calma, evitando o pânico.
» Transmita confiança, tranqüilidade, alívio e segurança aos acidentados que estiverem conscientes, informando que o auxílio já está a caminho.
» Aja rapidamente, porém dentro dos seus limites.
» Use os conhecimentos básicos de primeiros socorros.
» Às vezes, é preciso saber improvisar.

Mais informações:
Choque elétrico
Corpos estranhos e asfixia

Enfarte e parada cárdio-respiratória
Fraturas, entorses, luxações e contusões
Envenenamentos
Picada de cobra
Queimaduras
Sangramentos
Transporte de vítimas

WFKU: publicado em 11/04/2007.

 

CUIDADOS

Causa da hipertensão pode estar no cérebro, segundo estudo

A causa da hipertensão pode estar no cérebro e não no coração, como tradicionalmente tem se achado, segundo um estudo publicado hoje no Reino Unido.
Cientistas da Universidade de Bristol (sudoeste da Inglaterra) acham que a pesquisa pode permitir novas formas de tratamento da doença, que afeta mais de 600 milhões de pessoas no mundo.
Os especialistas isolaram uma proteína (JAM-1) localizada no cérebro e descobriram que esta parecia aprisionar glóbulos brancos, obstruindo a circulação sangüínea.
Isto pode causar inflamações e reduzir a entrada de oxigênio no cérebro, segundo os cientistas.
"A (proteína) JAM-1 poderia nos dar novas pistas sobre como tratar a doença", explicou Julian Paton, um dos cientistas que fizeram o estudo.
Os especialistas vão estudar a possibilidade de tratar os pacientes que não respondem aos tratamentos convencionais para a hipertensão com remédios que reduzem a inflamação dos vasos e aumentam o fluxo sangüíneo ao cérebro.
"O desafio futuro será entender as inflamações dentro dos vasos sangüíneos do cérebro, para saber que remédios podem ser usados e como tratá-los", acrescentou Paton.
A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco de cardiopatias e uma das principais causas de insuficiência renal.

WFKU: publicado em 23/04/2007.

Fratura
É a quebra de um osso causada por uma pancada muito forte, uma queda ou esmagamento. Há dois tipos de fraturas: as fechadas, que, apesar do choque, deixam a pele intacta, e as expostas, quando o osso fere e atravessa a pele. As fraturas expostas exigem cuidados especiais, portanto, cubra o local com um pano limpo ou gaze e procure socorro imediato.

Fratura fechada - sinais indicadores
Dor ou grande sensibilidade em um osso ou articulação. Incapacidade de movimentar a parte afetada, além do adormecimento ou formigamento da região. Inchaço e pele arroxeada, acompanhado de uma deformação aparente do membro machucado. O que não fazer: Não movimente a vítima até imobilizar o local atingido. Não dê qualquer alimento ao ferido, nem mesmo água. O que fazer: Solicite assistência médica, enquanto isso, mantenha a pessoa calma e aquecida. Verifique se o ferimento não interrompeu a circulação sanguínea. Imobilize o osso ou articulação atingido com uma tala. Mantenha o local afetado em nível mais elevado que o resto do corpo e aplique compressas de gelo para diminuir o inchaço, a dor e a progressão do hematoma.

Entorse
É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estrutura que sustenta as articulações). Os cuidados são semelhantes aos da fratura fechada.

Luxação
É o deslocamento de um ou mais ossos para fora da sua posição normal na articulação. Os primeiros socorros são também semelhantes aos da fratura fechada. Lembre-se de que não se deve fazer massagens na região, nem tentar recolocar o osso no lugar.

Contusão
É uma área afetada por uma pancada ou queda sem ferimento externo. Pode apresentar sinais semelhantes aos da fratura fechada. Se o local estiver arroxeado, é sinal de que houve hemorragia sob a pele (hematoma). Improvise uma tala: Amarre delicadamente o membro machucado (braços ou pernas) a uma superfície, como uma tábua, revista dobrada, vassoura ou outro objeto qualquer. Use tiras de pano, ataduras ou cintos, sem apertar muito para não dificultar a circulação sanguínea. Improvise uma tipóia: Utilize um pedaço grande de tecido com as pontas presas ao redor do pescoço. Isto serve para sustentar um braço em casos de fratura de punho, antebraço, cotovelo, costelas ou clavícula. Só use a tipóia se o braço ferido puder ser flexionado sem dor ou se já estiver dobrado.

Fratura
É toda solução de continuidade súbita e violenta de um osso. A fratura pode ser fechada quando não houver rompimento da pele, ou aberta (fratura exposta) quando a pele sofre solução de continuidade no local da lesão óssea. As fraturas são mais comuns ao nível dos membros, podendo ser únicas ou múltiplas. Na primeira infância, é freqüente a fratura da clavícula. Como causas de fraturas citam-se, principalmente, as quedas e os atropelamentos. Localizações principais: (a) fratura dos membros, as mais comuns, tornando-se mais graves e de delicado tratamento quanto mais próximas do tronco; (b) fratura da bacia, em geral grave, acompanhando-se de choque e podendo acarretar lesões da bexiga e do reto, com hemorragia interna; (c) fratura do crânio, das mais graves, por afetar o encéfalo, protegido por aquele; as lesões cerebrais seriam responsáveis pelo choque, paralisia dos membros, coma e morte do paciente. A fratura do crânio é uma ocorrência mais comum nas grandes cidades, devido aos acidentes automobilísticos, e apresenta maior índice de mortalidade em relação às demais. O primeiro socorro precisa vir através de aparelho respiratório, pois os pacientes podem sucumbir por asfixia. Deve-se lateralizar a cabeça, limpar-lhe a boca com o dedo protegido por um lenço e vigiar a respiração. Não se deve esquecer que o choque pode também ocorrer, merecendo os devidos cuidados; (d) fratura da coluna: ocorre, em geral, nas quedas, atropelamentos e nos mergulhos em local raso, sendo tanto mais grave o prognóstico quanto mais alta a fratura; suspeita-se desta fratura, quando o paciente, depois de acidentado, apresenta-se com os membros inferiores paralisados e dormentes; as fraturas do pescoço são quase sempre fatais. Faz-se necessário um cuidado especial no sentido de não praticar manobras que possam agravar a lesão da medula; coloca-se o paciente estendido no solo em posição horizontal, com o ventre para cima; o choque também pode ocorrer numa fratura dessas. Obs.: Jamais alinhe uma fratura.

WFKU: publicado em 02/04/2007.

 

OUTROS


Psicologia do Esporte

    Embora alguns dirigentes esportivos brasileiros, treinadores e atletas, apresentam uma concepção equivocada sobre a Psicologia do Esporte, acreditando que o psicólogo esportivo, desenvolve um trabalho que pode ser efetuado através de um passe de mágica, possível de ser realizado na véspera da competição, com práticas e dinâmicas inapropriadas, tais como fazer os atletas andarem sobre brasa, e desenvolvida apenas com pessoas com problemas psicológicos, a Psicologia do Esporte é uma ciência.
    Tais concepções baseiam-se, entre outros aspectos, no fato de alguns profissionais que se intitulam Preparadores Psicológicos estarem realizando trabalhos questionáveis quanto as suas fundamentações. Somando-se a este fato deve-se considerar ainda a pouca difusão da Psicologia do Esporte como uma "ciência que estuda os fatores psicológicos associados com a performance no esporte, exercício e outras atividades físicas" (Américan Psychological Association. Divisão 47). Esses fatores reforçam a idéia de que a Psicologia do Esporte não é mais do que uma simples mágica, arte de entreter uma audiência criando ilusões que confundem e surpreendem, geralmente por darem a impressão de que algo impossível aconteceu, totalmente dispensável ao ambiente esportivo.
    No entanto como ciência, ou seja, conhecimento ou um sistema de conhecimentos que abarca verdades gerais ou a operação de leis gerais especialmente obtidas e testadas através do método científico, a Psicologia do Esporte, em seu desenvolvimento apresenta um processo contínuo de aperfeiçoamento, não tão milenar, como as histórias de bruxaria da Idade Média ou mesmo das ciências renomadas e consolidadas como a matemática, a biologia, a química e a física.
    Essa ciência possui sua gênese no final do século XIX e início do século XIX quando Norman Triplett, entusiasta do ciclismo, psicólogo da Universidade de Indiana, trabalhou com ciclistas no intuito de pesquisar e entender por que razão os ciclistas pedalavam mais rapidamente quando corriam em grupos ou em pares do que quando pedalavam sozinhos.
    Em suas pesquisas com o ciclismo Triplett, estudou variáveis como o tempo de reação, a aprendizagem de habilidades esportivas, além de efetuar algumas discussões sobre a personalidade e características do desenvolvimento do atleta. Contudo seus estudos não foram utilizados no ambiente esportivo e caracterizados como área específica de conhecimento. Fato que veio à acontecer no período de 1921 à 1938, com Coleman Griffith, considerado o Pai da Psicologia do Esporte nos Estados Unidos, devido a elaboração de dois livros, "Psicologia de Técnicos" ( 1926) e "Psicologia de Atletas" (1928), além de ter fundado o primeiro laboratório de Psicologia do Esporte na Universidade de Illinois em 1925.
    Segundo Weinberg e Gould (2001), o grande responsável pelo desenvolvimento científico da Psicologia do Esporte, foi Franklin Henry da Universidade da Califórnia, pois além de dedicar sua vida profissional ao estudo profundo dos aspectos psicológicos da aquisição de habilidades esportivas e motoras, formou professores de educação física ativos que posteriormente se tornaram professores universitários e iniciaram programas de pesquisa sistemáticos.
    Com o estabelecimento da educação física como uma disciplina acadêmica, em meados de 1960, a Psicologia do Esporte se tornou um componente separado de dentro dessa disciplina, sendo que os psicólogos do Esporte deste período estudavam a maneira como, a ansiedade, auto-estima e personalidade, influenciam o desempenho de habilidades esportivas e motoras e a maneira como a participação em esportes e na educação física influência o desenvolvimento psicológico.
    Ainda no período de 1966 à 1977, os consultores em Psicologia do Esporte aplicada iniciaram trabalhos com atletas e times, sendo Bruce Ogilvie, da Universidade do Estado de São José, um dos primeiros profissionais a trabalhar nesta área. Ainda neste período, segundo Weinberg e Gould (2001), as primeiras sociedades de Psicologia do Esporte Norte Americanas foram estabelecidas e em 1967 é realizada a primeira conferência anual da North American Socity for the Psychologyc of Sport and Physical Activity (NASPSPA).
    Outros profissionais contribuíram e contribuem para o desenvolvimento dessa ciência, que teve um grande impulso com as disputas, do poder, de armamentos bélicos e tecnologia de ponta, no período da Guerra Fria entre os EUA antiga URSS, pois as pesquisas desenvolvidas, neste período, incluíam a psicologia que desenvolveu técnicas de relaxamento, concentração, trabalhos com yoga entre outros aspectos, para serem trabalhadas com os astronautas e soldados e que posteriormente foram utilizadas no treinamento de atletas, afim de melhorar o seu desempenho, uma vez os "resultados adquiridos em Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais era utilizados como um importante instrumento de comparação do poderio e realizações entre os blocos capitalistas e comunistas, servindo como um indicador das relações internacionais ao longo de quase 50 anos".
    Ao longo dos últimos 50 anos a antiga União Soviética acolheu e desenvolveu a Psicologia do Esporte. "Artigos acadêmicos publicados por Puni e Rudik na década de 20 coincidem com o desenvolvimento dos Institutos para Cultura Física de Moscou e Lenigrado, sendo este fato considerado o marco do início da Psicologia do Esporte na então União Soviética".
    Nos anos 50, em função do desenvolvimento do programa espacial soviético, cientistas investigaram a possibilidade do uso da Yoga no controle de processos psicofisiológicos, tais estudos posteriormente foram aproveitados no treinamento de atletas tornando-se um importante conjunto de procedimentos da Psicologia do Esporte, procedimentos estes que englobavam o treinamento de auto-regulação usados no controle voluntário de funções corporais, tais como tensão muscular, batimento cardíaco, temperatura dentre outros.
    Nos últimos anos os pesquisadores Russos dedicam maior atenção a "compreensão da motivação competitiva e o enfrentamento efetivo da ansiedade competitiva e pré-competitiva" (Kantor & Ryzonkin 1993, apud Rúbio 2000: 22), sendo que a investigação científica da Psicologia esportiva, no chamado bloco Soviético, estão quase sempre associados à maximização do rendimento.
    Apesar da grande contribuição Russa para o Desenvolvimento da Psicologia do esporte e dos estudos e trabalhos Russos nesse campo serem extremamente valorizados no que se refere ao diagnóstico e investigação dos atletas, os Russos apresentam pouco interesse em desenvolver e criar técnicas de intervenção na preparação superior do atleta.
    Se por um lado os Russos negligenciaram na criação de técnicas de intervenção na preparação psicológica de atletas de alto rendimento, Cuba, fortemente influenciada pelos estudos e pesquisas da antiga União Soviética e também sobre a influência de autores americanos e europeus, no campo da Psicologia do Esporte desenvolveu e ultrapassou os estudos Russos no tocante aos instrumentos técnico-psicológicos de modificação do comportamento do atleta, nos treinamento e competições esportivas.
    Saindo da influência dos estudos e conhecimento sobre a Psicologia Esportiva do bloco socialista, mas ainda sobre influência dos métodos experimentais norte-americanos, o Japão, que possui a Sociedade Japonesa de Psicologia do Esporte, sob a presidência do professor Iwao Matsuda, desenvolveu e desenvolve estudos em Psicologia do Esporte, com ênfase à aprendizagem motora e bases fisiológicas e neurológicas da atividade motora.
    Também sobre a influência norte Americana, segundo (Barreto, 2003), países Europeus, como a Espanha, França, Noruega e Suécia, atualmente, possuem instituições que desenvolvem inúmeros estudos na área de Psicologia do Esporte.

Prof. Pedro Moreira Lima - Presidente da WFKU - União Mundial das Federações de Karate.
WFKU: publicado em 20/06/2008.

26 campos científicos interdisciplinares para desenvolver um nível de conhecimento excepcional

Ciência da Estrutura e Coordenação Dinâmica dos Sistemas Complexos
Teoria da Formação do Padrão Espontâneo Auto Organizado
Sistemas Complexos Não Equilibrados Auto Organizados
Neuropsicologia
Infocinética
Sistemas Dinâmicos Não Lineares
Biofísica
Biomecânica
Bioquímica
Neurofísica
Psicofísica
Neurofisiologia
Neuroanatomia Funcional
Genética Comportamental
Psiconeuroimunologia
Psicolingüística
Neurolingüística
Programação Neurolingüística
Sinergética
Neuroendocrinologia
Psicobiologia
Biologia Molecular
Neurobiologia
Neurociência Cognitiva
Mecânica Quântica
Rede Neural Cognitiva

WFKU: publicado em 23/04/2007.

 

VEJA TAMBÉM (VEA TAMBIÉM)

Saúde

 

 

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